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Claudio Santoro

Claudio Franco de Sá Santoro nasceu em Manaus (AM), em 1919, e foi um dos mais inquietos e polivalentes músicos de seu tempo. Menino prodígio, inspirado criador e brilhante intérprete, dinâmico organizador, lúdico pedagogo e incansável pesquisador, desenvolveu nacional e internacionalmente intensa atividade como compositor, regente, professor, organizador, administrador, articulista, jurado, representante brasileiro em conferências e organizações internacionais, e convidado de diversos governos e instituições estrangeiras.

Santoro recebeu inúmeras premiações e condecorações, nacionais e internacionais, entre elas o título de Doutor Honoris Causa, concedido pela Universidade de Brasília, em 2005. Foi fundador e Maestro Titular das Orquestras de Câmara da Rádio MEC e da Universidade de Brasília, das Orquestras Sinfônicas da Rádio Clube do Brasil e do Teatro Nacional de Brasília; Professor Titular, Coordenador para os Assuntos Musicais, Diretor e Organizador do Departamento de Música da Universidade de Brasília; Presidente da Ordem dos Músicos do Brasil (Seção Brasília); Diretor Musical da Fundação Cultural do Distrito Federal; Membro do Conselho Diretor do Conselho Interamericano de Música (OEA); Organizador e Diretor do Centro de Difusão e Informação para a música da América Latina junto ao Instituto de Estudos Comparativos da Música e Documentação (Berlim Ocidental); Membro da Academia Brasileira de Música, da Academia Brasileira de Artes e da Academia de Música e Letras do Brasil, da qual foi Presidente. Entre 1970 e 1978 foi, por concurso, Professor de Regência e Composição, Diretor da Orquestra e do Departamento de Músicos de Orquestra da Escola Estatal Superior de Música Heidelberg Mannheim, na Alemanha Ocidental. Foi regente convidado das mais importantes orquestras sinfônicas do Brasil e do mundo.

Claudio Santoro faleceu em março de 1989, em Brasília, regendo durante o ensaio geral do 1º concerto da temporada, que seria em homenagem ao Bicentenário da Revolução Francesa. Sua atuação em níveis artístico, educacional e político, foi marcante e influenciou várias gerações. Deu vida a inúmeras organizações de caráter musical ou pedagógico.

Após sua morte, o Governo de São Paulo baixou decreto dando ao Auditório de Campos de Jordão o nome de Claudio Santoro. Em setembro de 1989, o Senado Federal promulgou Lei que denominou de Teatro Nacional Claudio Santoro o até então Teatro Nacional de Brasília.

Fonte e mais informações: www.claudiosantoro.art.br